Sentimentos são coisinhas desgraçadas, elas dão significado as coisas, as tornam importantes ou irrelevantes, dependendo do caso.
Contudo, alguns sentimentos servem apenas para atrapalhar. Por exemplo, o ciúme;
Quando você tem ciúme por alguém, sem que esta pessoa tenha lhe dado motivo, este sentimento pode atrapalhar o relacionamento, ser nocivo e trazer a infelicidade.
Se você tem ciume com a pessoa lhe dando motivo... Bem, então já tem algo errado e, pelos deuses, seu sentimentozinho cretino nem entra na lista dos top 5.
É, algumas coisas servem apenas para atrapalhar. Tipo cabelo no sovaco.
Claro que, tudo que lhe trás um pouco de reflexão ajuda a resolução da questão, isto é, se for feito algo a respeito.
Este pensamento ofusca qualquer reflexão sobre pessoas que chegam sem serem convidadas, sobre emices a respeito de jogos e etc.
Sunday, February 21, 2010
Saturday, February 20, 2010
Gamers... Bleargh!
Hobbies, a maior fonte de incomodação criada pela humanidade desde a religião e o casamento.
Ruim com eles, pior sem eles, entretanto. Eu sou um RPGista, o que acho que mescla terrivelmente as piores características do escritor (o artista, apaixonado pela sua obra e absolutamente protecionista de sua criação) com os de um jogador (competitivo, ávido por vencer, etc).
Eu sou um jogador/mestre normal, portanto, me acho o pináculo do conhecimento RPGístico, o detentor do real supra sumo da maravilha que o jogo pode oferecer. Exatamente como qualquer outro jogador que existe.
Logicamente, eu tento criar as coisas mais interessantes e legais que eu sou capaz de fazer. Exatamente como o resto dos outros jogadores. E infelizmente, a incapacidade de todos os outros jogadores verem o quanto a minha criação é brilhante me irrita.
Quando eu vejo meu grupo ruindo, meus jogadores migrando para outras mesas, eu não repenso meus conceitos, claro que não, seria exigir maturidade demais de mim. Oh não! Pobre de mim, vitimado pela ignorância alheia. O MEU jogo é o melhor. MEU. JOGO.
Pff... poupe-me.
Se tem algo pior que um jogador ruim, (Quando digo ruim, não quero dizer iniciante, quero dizer ruim mesmo), é um mestre ruim.
It's all fun and games...
Ruim com eles, pior sem eles, entretanto. Eu sou um RPGista, o que acho que mescla terrivelmente as piores características do escritor (o artista, apaixonado pela sua obra e absolutamente protecionista de sua criação) com os de um jogador (competitivo, ávido por vencer, etc).
Eu sou um jogador/mestre normal, portanto, me acho o pináculo do conhecimento RPGístico, o detentor do real supra sumo da maravilha que o jogo pode oferecer. Exatamente como qualquer outro jogador que existe.
Logicamente, eu tento criar as coisas mais interessantes e legais que eu sou capaz de fazer. Exatamente como o resto dos outros jogadores. E infelizmente, a incapacidade de todos os outros jogadores verem o quanto a minha criação é brilhante me irrita.
Quando eu vejo meu grupo ruindo, meus jogadores migrando para outras mesas, eu não repenso meus conceitos, claro que não, seria exigir maturidade demais de mim. Oh não! Pobre de mim, vitimado pela ignorância alheia. O MEU jogo é o melhor. MEU. JOGO.
Pff... poupe-me.
Se tem algo pior que um jogador ruim, (Quando digo ruim, não quero dizer iniciante, quero dizer ruim mesmo), é um mestre ruim.
It's all fun and games...
Dividir e Conquistar.
Convenhamos, dividir é foda.
De dividir um quarto a um pedaço de pão, o espaço e a propriedade sempre foram material de contenda para todos nós. Uma hora ou outra, querendo ou não, vamos ter que dividir algo, hum?
Ontem eu recebi meu sogro, para um jantar. Que bom rapaz, este que convida o sogro para um jantar, não é? Não. Claro que não fui eu que convidei, mas tudo bem, estou dividindo o espaço e tudo mais. Estava tudo indo conforme o esquema: Gastando mais do que deveríamos, correndo arrumar tudo às pressas e todo o padrão. Eis que ele me chega antes, com a namorada e a irmã dele. Opa! Que surpresa! Tudo bem, não estava com fome mesmo...
Hoje fui almoçar com a minha sogra. Aniversário dela, então quase que uma obrigação. E, além do mais, não importa o quão ruim seja, isso se faz não pela aniversariante em si, mas pela filha dela, que imagino ficar feliz com a alegria da mãe.
Ao lançar seu olhar para mim, logo que eu entro ela me larga um: "Que camisa amassada, você dormiu com ela?" Eu já pensei cá com meus botões palavrões mil enquanto segurava no alto da garganta um "Então toma, vai passar e não me aborrece!" ou melhor ainda, que eu realmente tive que me controlar: "Verdade, não quero envergonhar ninguém, com licença" e voltar pra casa.
Incrível, certas pessoas tem o dom de proferir comentários totalmente chatos, sem ter nada pra acrescentar, e que no final, apenas me deixa pensando por que cargas d'água eu não mando esta pessoa pra puta que a pariu.
Bem, normalmente, eu acho que mando. Contudo, existe um nicho de seres humanos terríveis, invulneráveis a lei da retribuição.
Os supracitados, exemplos máximos destas criaturas tem o dom de aborrecerem por tabela, minha cônjuge, que, por sua vez, vai me aborrecer no final.
Uns dias antes do almoço, ela ainda me vira e larga o "Que carro sujo!"
Na próxima ela vai a pé.
Toda vez... toda vez mesmo, o melhor comentário no momento certo.
Páscoa vai ser uma delícia, porque me dei férias dela por alguns meses agora.
De dividir um quarto a um pedaço de pão, o espaço e a propriedade sempre foram material de contenda para todos nós. Uma hora ou outra, querendo ou não, vamos ter que dividir algo, hum?
Ontem eu recebi meu sogro, para um jantar. Que bom rapaz, este que convida o sogro para um jantar, não é? Não. Claro que não fui eu que convidei, mas tudo bem, estou dividindo o espaço e tudo mais. Estava tudo indo conforme o esquema: Gastando mais do que deveríamos, correndo arrumar tudo às pressas e todo o padrão. Eis que ele me chega antes, com a namorada e a irmã dele. Opa! Que surpresa! Tudo bem, não estava com fome mesmo...
Hoje fui almoçar com a minha sogra. Aniversário dela, então quase que uma obrigação. E, além do mais, não importa o quão ruim seja, isso se faz não pela aniversariante em si, mas pela filha dela, que imagino ficar feliz com a alegria da mãe.
Ao lançar seu olhar para mim, logo que eu entro ela me larga um: "Que camisa amassada, você dormiu com ela?" Eu já pensei cá com meus botões palavrões mil enquanto segurava no alto da garganta um "Então toma, vai passar e não me aborrece!" ou melhor ainda, que eu realmente tive que me controlar: "Verdade, não quero envergonhar ninguém, com licença" e voltar pra casa.
Incrível, certas pessoas tem o dom de proferir comentários totalmente chatos, sem ter nada pra acrescentar, e que no final, apenas me deixa pensando por que cargas d'água eu não mando esta pessoa pra puta que a pariu.
Bem, normalmente, eu acho que mando. Contudo, existe um nicho de seres humanos terríveis, invulneráveis a lei da retribuição.
Os supracitados, exemplos máximos destas criaturas tem o dom de aborrecerem por tabela, minha cônjuge, que, por sua vez, vai me aborrecer no final.
Uns dias antes do almoço, ela ainda me vira e larga o "Que carro sujo!"
Na próxima ela vai a pé.
Toda vez... toda vez mesmo, o melhor comentário no momento certo.
Páscoa vai ser uma delícia, porque me dei férias dela por alguns meses agora.
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