Thursday, January 27, 2011

Divine Spark Fail.

Não me é estranho sentar em frente a uma folha de papel em branco ou a uma belíssima telinha com um .txt/.doc aberto e pensar: "Ok, o que eu faço agora?"

Quem se aventurou a mestrar um jogo de RPG deveria saber do que eu estou falando. Cabe ao mestre do jogo fazer uma história dinâmica, interativa, agradável, intrigante e que principalmente torne os jogadores ávidos pelo jogo. Ou seja, eles tem que querer jogar.

Pior, eles tem que querer jogar um jogo que o mestre queira mestrar. Supondo que existam 4 jogadores mais o mestre, já são 5 pessoas que tem que concordar que uma história é legal, vale a pena perder finais de semana e marcar o jogo como compromisso.

Não é uma tarefa tão fácil assim. Principalmente se o mestre quiser ousar e sair um pouco do pré-estabelecido. Para quem mestra, um exemplo simples.

Imaginemos que o mestre tenha uma idéia inspirada no "DareDevil" Demolidor, o homem sem medo. E que o personagem do jogador tenha que, você sabe, ficar cego para adquirir os poderes. Será que eu preciso continuar? Quantos personagens já foram abandonados por terem perdido o pé, a mão, um olho, ficado feios... A fila do seguro desemprego em Sigil deve ser enorme.

Os jogadores via de regra não tem paciência, ou são traumatizados, com a história. Um jogo de mesa duradouro geralmente se resume a um grupo de jovens esbeltos que, sem motivo aparente, andam juntos destruindo tudo que se interpõe em seus caminhos, que por sinal, nem rumo tem.

Uma porta: Ouvir, Procurar armadilhas.
Um inimigo: Matar. (mesmo que se precise dele depois, que ele tenha uma informação chave, etc).

Talvez seja eu que fique dando murro em ponta de faca.

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